Terrorismo: O Cristo é a solução


(Por John, o aprendiz da vida)

O maior questionamento dos últimos tempos é como dar fim ao terrorismo, esse câncer que assola a Humanidade. Debates e mais debates são promovidos para se entender como enfrentar este inimigo sem rosto, sem pátria, sem endereço, sem amor à própria vida, em que o fanatismo religioso ou ideológico suplanta o seu próprio instinto básico de sobrevivência.
E o mais lamentável é que ódio gera ódio, violência gera mais violência, num continuo desenrolar de tragédias, em que inocentes são sacrificados sem resultado algum.
E é então que concluímos que há uma solução que ainda não foi experimentada, embora ela faça parte da vida da grande maioria dos ocidentais: o Evangelho de Jesus Cristo. As potências ocidentais, embora sejam cristãs, não conseguem enxergar que a solução para o fim das hostilidades é simples e está gravada há quase dois mil anos no Livro que guardam em seus lares, templos e até debaixo de seus braços. Tudo o que Cristo nos ensinou não foi para ficar na teoria religiosa, foi para que usássemos no cotidiano de nosso viver. E, hoje, somos chamados a testemunhar a nossa fé, no sentido de testarmos o que o Cristo disse: “Amai os vossos inimigos e fazei o bem àqueles que vos odeiam e orai por aqueles que vos perseguem e que vos caluniam; porque se não amais senão aqueles que vos amam, que recompensa com isso tereis?”, “Retribui o mal com o bem”, ou seja, o perdão aos nossos ofensores. Para reverter um quadro de ódio, só o amor, que apaga, ameniza. Só o amor tem a mesma força do ódio, porque são faces da mesma moeda. Todos são sensíveis ao amor, inclusive os não-cristãos.
Os EUA são um país extremamente democrático, e tudo o que foi feito pelo governo americano até hoje para conter a disseminação do terrorismo no mundo foi com a aprovação do seu povo, tão religioso, tão ciente dos ensinamentos do Cristo, mas tão esquecido da prática destas preciosas lições. É preciso uma mudança de estratégia: quebrar o orgulho e colocar o Cristo em suas atitudes. Devemos ver nossos inimigos terroristas como seres humanos enganados por seus líderes, com o ódio infiltrado em seus corações, nascidos e programados para matar ou morrer em nome do seu fanatismo. São dignos de compaixão!
A solução ainda não tentada, mas que poderia surtir um efeito global totalmente inesperado é, em troca de tantas vidas inocentes ceifadas em nome do terror, levar aos povos dos países que patrocinam o terrorismo, benefícios econômicos e sociais que erradiquem a fome, as doenças e a miséria, tal como foi feito com o Japão e com a Alemanha, após a Segunda Guerra Mundial. Ao invés de enviar mais soldados aos países suspeitos para a repressão do seu povo, enviar médicos, enfermeiros, remédios, engenheiros, além de professores para alfabetizar as crianças em suas línguas de origem.
Tal atitude inusitada (“sui generis”) por parte dos que foram agredidos, seria uma forma de desmontar a “espinha dorsal” daqueles que executam o terrorismo. Assim, os patrocinadores do terror perderiam seus argumentos e teriam suas bases de apoio enfraquecidas, pois os seus povos iriam perceber que o que para eles representava o Mal, é na verdade, o caminho para uma vida de Paz, Saúde e Evolução. O que se propõe aqui não é mudar a religião nem a cultura destes povos, e sim, aplicar com eles a regra de ouro ensinada pelo Cristo: “fazer aos outros o que gostaríamos que fosse feito a nós mesmos”. O Cristo como solução derrubaria a crença destes povos que apóiam o terror de que os Estados Unidos é um país de pessoas orgulhosas, egoístas e exploradoras.
Como diria São Francisco de Assis, para as trevas, só a luz; para o ódio, só o amor; para o orgulho, só a humildade; para a vingança, a compaixão.
Já que se experimentaram todos os caminhos conhecidos para conter o terrorismo, e todos eles significaram apenas mais combustível para alimentar a “fogueira do terror”, por que não experimentar, então, a simplicidade do ensinamento cristão, infinitamente mais barato do que os gastos com a fabricação e com o desenvolvimento de armamentos?
Enfim, se as nações que se dizem cristãs seguissem verdadeiramente o Cristo, nas letras e nas ações, hoje o mundo estaria vivendo o Paraíso. Vibremos, pois, para que o povo ocidental, aparentemente tão cristão, possa realmente honrar o nome do Cristo! Vibremos todos!!!

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