5 MANEIRAS DE REPROGRAMAR E DIRECIONAR SEU CÉREBRO

 

5 MANEIRAS DE REPROGRAMAR E DIRECIONAR SEU CÉREBRO

Por Fernando Vieira Filho¹

O cérebro não é “burro” — ele é econômico.
Ele funciona no automático para poupar energia. E quando você aprende a direcionar esse automático, passa a usar a mente a seu favor, não contra você.

A ciência chama isso de neuroplasticidade: a capacidade do cérebro de se reorganizar com base nas experiências, pensamentos e comportamentos repetidos.

Aqui estão 5 formas simples de ativar esse mecanismo:


1 – Sorria, mesmo sem vontade
Ao sorrir, você ativa músculos faciais que enviam sinais ao cérebro. Esse processo, conhecido como feedback facial, pode estimular a liberação de neurotransmissores como dopamina e serotonina, associados ao bem-estar.
Mesmo um sorriso forçado pode começar a mudar seu estado emocional.


2 – Ajuste sua postura de poder por 2 minutos
Ficar em pé, com o peito aberto e respiração profunda, influencia seu estado mental.
Estudos mostram que a postura corporal pode impactar percepção de confiança e redução de estresse, ainda que os efeitos hormonais (como testosterona e cortisol) sejam mais sutis do que se pensava inicialmente.
Seu corpo conversa com o cérebro o tempo todo.


3 – Fale suas metas em voz alta
Quando você verbaliza objetivos, ativa áreas do cérebro ligadas à atenção, linguagem e planejamento.
Isso aumenta o foco e reforça circuitos neurais relacionados à ação.
Afirmações como “estou me tornando mais saudável” ou “estou construindo sucesso” ajudam a direcionar seu comportamento — não por mágica, mas por repetição e foco. Faça na frente de um espelho


4 – Treine o foco por 2 minutos
Olhar fixamente para um objeto e sustentar a atenção, mesmo que por pouco tempo, ativa o córtex pré-frontal, região responsável por concentração, tomada de decisão e autocontrole.
Esse exercício simples funciona como um “treino” para sua mente sair do modo disperso.


5 – Pratique a gratidão, inclusive pelo que está por vir
A gratidão ativa áreas cerebrais ligadas à recompensa e bem-estar, como o sistema dopaminérgico.
Agradecer por antecipação, quando você cultiva esse estado emocional — mesmo antecipando conquistas — você influencia suas escolhas, sua motivação e sua percepção da realidade.


Conclusão
Pode parecer simples demais. Mas não é sobre mágica — é sobre repetição, foco e direção mental.

Seu cérebro aprende com aquilo que você faz todos os dias.
E, com o tempo, aquilo que você pratica… você se torna realidade.

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

 • CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora, 2012.

• DIETA DOS SÍMBOLOS – Coautor, 6ª Ed. - Melhoramentos, 2004.

• PSICOFÁRMACOS - Uso, Aplicações, Drogas Deletérias e Interações Medicamentosas.

• PSICOPATOLOGIA - Uma Abordagem Simples e Objetiva, Incluindo Psicopatologias Infantis.

• DEPRESSÃO – A Dor Silenciosa.

• SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach - 2013

• BEBIDA NÃO É BRINCADEIRA - O Alcoolismo – 2013.

• VIVA LEVE - Programa Alimentar das FORMAS GEOMÉTRICAS – 2004.

 

Contato:

• Telefone: (34) 9 9972-4096

• No WhatsApp: https://wa.me/5534999724096

 


COMO É LIBERTADOR AMAR ALGUÉM MADURO

 

Texto Fernando Vieira Filho¹

Ao longo de anos de experiência na clínica psicoterapêutica, observei algo curioso: uma das sensações mais estranhas que alguém pode viver é sair de um relacionamento caótico e emocionalmente imaturo e entrar em um relacionamento saudável e maduro.

No início, isso pode parecer até desconfortável.

Isso acontece porque, quando alguém vive por muito tempo em relações marcadas por conflitos, tensão e instabilidade emocional, o corpo se acostuma ao estado constante de alerta. O sistema nervoso passa a funcionar como se estivesse sempre diante de uma ameaça.

A psicologia e a neurociência mostram que relações conflituosas mantêm o organismo em um estado prolongado de estresse, com aumento de hormônios como o cortisol e maior ativação fisiológica durante interações e discussões. Esse tipo de dinâmica pode afetar profundamente a saúde emocional e física.

Em relacionamentos imaturos, muitas pessoas vivem pisando em ovos.

Medem palavras o tempo todo. Evitam tocar em determinados assuntos. Tentam prever reações para evitar explosões emocionais.

Qualquer conversa vira briga. Qualquer crítica vira ataque. Qualquer limite vira drama. Com o tempo, a pessoa aprende a se silenciar para evitar conflitos.

A imaturidade emocional costuma seguir um roteiro previsível: alguém explode emocionalmente, diz coisas que ferem, e depois age como se nada tivesse acontecido — sem assumir responsabilidade, sem reparar o dano e, muitas vezes, sem sequer pedir desculpas.

Então, um dia, essa pessoa encontra alguém emocionalmente maduro. E algo inesperado acontece.

Quem viveu por muito tempo no caos emocional estranha a paz. De repente, não há manipulação, jogos psicológicos ou dramas constantes. Você pode conversar sem medo. Pode discordar sem que isso se transforme em uma guerra de egos.
Pode errar sem ser humilhado ou desvalorizado.

No começo, essa tranquilidade pode parecer estranha. Mas, na verdade, é assim que relacionamentos saudáveis funcionam.

A psicologia das relações mostra que vínculos seguros oferecem algo fundamental para o cérebro humano: segurança emocional. Quando uma pessoa se sente respeitada e acolhida em um relacionamento, o cérebro regula melhor o estresse e responde de forma mais equilibrada às dificuldades da vida.

Relacionamentos maduros não eliminam conflitos — porque conflitos fazem parte de qualquer convivência humana. A diferença é que existe respeito. E o respeito muda completamente a experiência de amar.

Quando há maturidade emocional, você não precisa se defender o tempo todo. Não precisa vigiar cada palavra. Não precisa viver em estado de alerta. Você pode simplesmente ser quem é.

E poucas coisas na vida são tão libertadoras quanto isso.

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

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O CORPO FALA QUANDO A ALMA SE CALA

 

O CORPO FALA QUANDO A ALMA SE CALA

Por Fernando Vieira Filho¹

Vivemos tempos em que muitas pessoas se sentem cansadas, sobrecarregadas e emocionalmente exaustas, sem compreender exatamente a origem desse desgaste. Muitas vezes, o corpo fala aquilo que a alma já não consegue expressar.

Quando emoções são reprimidas, quando dores são silenciadas e sentimentos ignorados, o organismo responde. O corpo registra cada conflito não resolvido, cada medo guardado, cada angústia não acolhida. Nada passa despercebido.

A saúde não é apenas ausência de doença. Ela é resultado de equilíbrio — entre pensamentos, emoções, atitudes e escolhas diárias. Quando esse equilíbrio se rompe, surgem os sinais: ansiedade, tristeza profunda, irritação constante, dores sem causa aparente.

É preciso aprender a escutar a si mesmo. Respeitar os próprios limites não é fraqueza, é sabedoria. Cuidar da mente, do coração e do espírito é tão importante quanto cuidar do corpo físico.

A verdadeira cura começa quando assumimos responsabilidade por nossa vida emocional, quando escolhemos o autoconhecimento, o perdão e a mudança interior. Cada passo consciente nessa direção é um gesto de amor por si mesmo.

Não ignore os sinais. O corpo fala, a alma pede cuidado e a vida convida à transformação.

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

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O que acontece quando alguém fuma maconha todos os dias por 30 dias?

 

Texto de Fernando Vieira Filho¹

 Desde o primeiro uso, o principal composto psicoativo da cannabis, o THC (tetrahidrocanabinol), atua diretamente no sistema endocanabinoide do cérebro. Ele se liga principalmente aos receptores CB1, abundantes em áreas relacionadas ao prazer, memória, atenção, coordenação motora e tomada de decisão.

 Nos primeiros minutos, pode surgir sensação de relaxamento, euforia e alteração da percepção. Porém, ao mesmo tempo, o cérebro já inicia um processo de adaptação.

Entre o terceiro e o quinto dia de uso diário, começa a surgir tolerância. Estudos de neuroimagem indicam que pode ocorrer redução na disponibilidade dos receptores CB1 — em alguns casos próxima de 15% a 20%. Isso significa que quantidades maiores da substância passam a ser necessárias para produzir os mesmos efeitos.

 Após cerca de duas semanas de uso contínuo, pesquisas associam o consumo frequente a prejuízos na memória de curto prazo e na consolidação de novas memórias. O impacto tende a ser mais significativo em pessoas com menos de 25 anos, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento estrutural e funcional.

 Com o uso diário, o risco de desenvolver transtorno por uso de cannabis aumenta. Dados epidemiológicos indicam que aproximadamente 30% dos usuários frequentes podem preencher critérios para esse transtorno em algum momento da vida. Nesses casos, o consumo deixa de ser apenas recreativo e passa a ocorrer para evitar desconfortos ou manter a sensação de normalidade.

 Após 30 dias de uso contínuo, a interrupção pode provocar sintomas de abstinência, como irritabilidade, ansiedade, alterações do sono, redução do apetite e inquietação. Esses sintomas costumam surgir nas primeiras 24 a 72 horas e podem durar de duas a seis semanas, variando de intensidade conforme o padrão individual de consumo.

 Do ponto de vista respiratório, fumar cannabis expõe o pulmão a partículas irritantes e substâncias tóxicas semelhantes às presentes na fumaça do tabaco, podendo contribuir para inflamação das vias aéreas, tosse crônica e redução da função pulmonar ao longo do tempo.

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

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Uma Nova Maneira de Evitar Conflitos no Casamento – Simples e Transformadora

 


Por Fernando Vieira Filho¹

Em uma relação conjugal, é importante evitar a tentativa de explorar excessivamente o íntimo do cônjuge. A maioria das pessoas conhece apenas uma pequena parte de sua própria mente — estudos em neurociência e psicanálise indicam que entre 1% a 5% da atividade mental é consciente, sendo o restante inconsciente. Ou seja, nem mesmo nós temos total acesso ao nosso mundo interno, quanto mais o outro. Por isso, é sábio respeitar o espaço interior do parceiro, evitando investigações motivadas por curiosidade ou insegurança.

O ideal é que os cônjuges se aceitem mutuamente como são no momento presente, com suas limitações, histórias e potenciais em evolução.

Estratégia para evitar conflitos do dia a dia

Uma prática simples, mas muito eficaz, é o uso do "Caderno da Harmonia". Quando houver necessidade de expressar incômodos, críticas ou comportamentos que incomodam, ao invés de verbalizar de maneira impulsiva, o casal pode escrever suas observações nesse caderno.

Estudos da psicologia da comunicação mostram que a palavra falada carrega forte carga emocional, especialmente dependendo do tom de voz. Isso pode facilmente levar a discussões acaloradas, mágoas profundas e até agressões. Ao escrever, ativamos áreas cerebrais ligadas à autorregulação emocional, o que favorece a clareza e o respeito na comunicação.

Sempre que uma anotação for feita, recomenda-se assinar e datar, para que haja um registro sincero e responsável daquilo que está sendo partilhado.

O melhor exemplo para os filhos

A maneira como os pais se tratam entre si é o maior ensinamento que podem dar aos filhos. Mais do que palavras, são os gestos cotidianos de respeito, carinho e parceria que moldam a autoestima, os limites e o senso de pertencimento das crianças.

Tratar bem o cônjuge — não para impressionar amigos ou familiares, mas para mostrar aos filhos como se constrói uma relação saudável — é um ato poderoso de educação emocional.

Um retrato comum nos dias atuais

Muitos casais enfrentam desafios com a superproteção materna. É comum que, ao nascer uma criança, a mãe canalize todas as suas energias para o filho, protegendo-o em excesso. Essa atitude, apesar de bem-intencionada, pode prejudicar a formação da autoestima e da autonomia emocional da criança, que precisa experimentar o mundo com suas próprias descobertas e frustrações.

Quando isso ocorre, é importante que o pai converse com a mãe, incentivando-a a permitir que o filho viva suas experiências naturais. E, ao mesmo tempo, que ambos voltem sua atenção também ao vínculo conjugal, pois um casal fortalecido é a base mais segura para o desenvolvimento físico, emocional e espiritual dos filhos.

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

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4 PERGUNTAS ESSENCIAIS AO CONHECER ALGUÉM PARA UM RELACIONAMENTO SÉRIO

 

Por Fernando Vieira Filho¹

Escolher um parceiro ou parceira no amor vai muito além da atração física ou de gostos em comum. Estudos em psicologia e neurociência mostram que relacionamentos saudáveis têm em comum pilares como confiança, respeito, apoio mútuo e visão de futuro compartilhada. Ao conhecer alguém, reflita sobre estas quatro perguntas fundamentais:

  

1.       Você se sente à vontade para ser totalmente autêntico com essa pessoa?
 Se você sente que precisa esconder partes suas… ou se censura pra agradar, acende o alerta. Relacionamentos saudáveis se constroem com liberdade emocional e autenticidade. Segundo pesquisas, quando a gente se sente seguro pra ser quem é, o cérebro libera ocitocina, o hormônio da confiança — e isso fortalece o vínculo.

  1. Essa pessoa demonstra gentileza e respeito no dia a dia?
    Pequenos gestos de gentileza são grandes indicadores de compatibilidade a longo prazo. Estudos revelam que casais bem-sucedidos costumam demonstrar atitudes positivas no cotidiano, como ouvir com empatia, ser educado e valorizar o outro.
  2. Essa pessoa te incentiva a crescer e se tornar sua melhor versão?
    Relações saudáveis funcionam como parcerias de evolução. Quando um apoia o crescimento do outro, há maior satisfação e estabilidade. Estudos indicam que casais que compartilham metas e se motivam mutuamente tendem a desenvolver maior resiliência emocional e cumplicidade.
  3. Você consegue imaginá-la como pai ou mãe dos seus filhos?
    Mesmo que filhos não estejam nos planos imediatos, essa pergunta revela se você enxerga valores, maturidade e comprometimento nessa pessoa. A visão de futuro em comum é um dos fatores mais citados por casais duradouros como fundamental para a harmonia do relacionamento.

Essas perguntas não são pra julgar…
São pra te ajudar a olhar com mais clareza — e escolher com o coração, mas também com a razão.
Afinal, amar é fácil. Difícil é construir um amor que realmente vale a pena.

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

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7 DICAS PARA TRANSFORMAR SUA VIDA


 

7 DICAS PARA TRANSFORMAR SUA VIDA

Por Fernando Vieira Filho¹

Que tal começar o dia de coração aberto, repensando atitudes que podem estar impedindo sua felicidade? Pequenas mudanças geram grandes transformações. Por isso, confira agora sete dicas poderosas que podem levar sua vida para um novo patamar:

1. Liberte-se das culpas!

Pare de carregar o peso do passado. Seus erros foram apenas aprendizados, não sentenças. Em vez de se lamentar pelo que poderia ter sido, concentre-se no que ainda pode ser! Olhe para frente e faça diferente.

2. Abrace a flexibilidade

O mundo muda, as pessoas evoluem, e cada um tem sua própria forma de ser e viver. Se deseja ser respeitado, comece respeitando os outros, suas culturas, gerações e modos de pensar. Quanto mais flexível, mais leveza e harmonia na sua vida!

3. Substitua a reclamação por afirmações positivas

Pare de focar no que falta, no que é difícil ou no que não deu certo. A partir de hoje, incorpore esta verdade: TUDO É FÁCIL! Repita isso como um mantra e veja sua mente se abrir para novas oportunidades, mais criatividade e confiança.

4. Visualize suas conquistas todos os dias

Ao acordar e antes de dormir, releia suas metas como se já estivessem realizadas. Sinta a gratidão como se cada objetivo já fosse realidade. Seu cérebro trabalha a favor daquilo que você acredita!

5. Cuide da sua autoestima

Seu corpo reflete como você se sente. Dentes, cabelo, pele, unhas, peso, flexibilidade, alimentação e sono… tudo isso influencia sua energia e disposição. Invista em si mesmo e veja como seu brilho pessoal se fortalece.

 6. Pare de tentar mudar os outros

A única transformação que está ao seu alcance é a sua própria. Mude sua percepção do mundo, desenvolva mais compaixão e paciência com as pessoas difíceis ao seu redor. Ao mudar sua reação, você muda toda a dinâmica da relação.

7. Escolha o perdão

Guardar mágoas afeta sua saúde emocional, mental e até financeira. Perdoar não é ser conivente, mas sim um ato de amor-próprio e inteligência. Solte o peso do ressentimento e siga leve! E para evitar novas frustrações, ajuste suas expectativas: ninguém é perfeito, todos estamos aprendendo.

Transformar sua vida começa agora. Escolha viver com mais leveza, gratidão e sabedoria!

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

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Dismorfofobia – O Drama do Medo da Feiura

 

Dismorfofobia – O Drama do Medo da Feiura

Por Fernando Vieira Filho¹

 

A dismorfofobia, também chamada de Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) ou Síndrome da Distorção da Imagem, é um transtorno psicológico caracterizado pela obsessão com defeitos inexistentes ou mínimos na aparência física. Afeta mais frequentemente adolescentes, devido às transformações da puberdade, mas também pode acometer adultos, sendo mais comum em mulheres, embora homens não estejam imunes.

Em 1886, o psiquiatra italiano Enrico Morselli descreveu a dismorfofobia como uma insatisfação extrema com a própria imagem, acompanhada de vergonha intensa ao se sentir observado. Apesar disso, só um século depois a condição foi incorporada à classificação psiquiátrica como um transtorno independente, no DSM-III-R (1987). No Brasil, a primeira referência surgiu em 1976, em um estudo do cirurgião plástico Ivo Pitanguy sobre os aspectos psicológicos da cirurgia plástica.

Atualmente, o TDC é pouco reconhecido e caracteriza-se por uma insatisfação extrema com a própria aparência, muitas vezes sem fundamento real. Os pacientes raramente percebem que sofrem do transtorno e, em vez de buscar tratamento psicológico, recorrem a cirurgias plásticas na esperança de corrigir o que veem como defeitos.

Características do TDC

A principal característica da dismorfofobia é a discordância entre a percepção do paciente e a realidade. Ele se considera deformado, mesmo sem justificativa para isso, e resiste a argumentos contrários. Os portadores do transtorno podem apresentar:

  • Depressão e baixa produtividade;
  • Fobia social e transtornos psicóticos;
  • Alto risco de suicídio, presente em 78 a 81% dos casos, com tentativas entre 22 e 28%;
  • Violência contra profissionais de saúde, como cirurgiões plásticos e dermatologistas;
  • Transtornos alimentares, como anorexia, comum entre modelos que nunca se veem magras o suficiente;
  • Obsessão com cicatrizes e marcas quase imperceptíveis;
  • Medo exagerado do envelhecimento, com autopercepção distorcida da idade.

Causas e Diagnóstico

A etiologia do TDC ainda é incerta, mas há indícios de relação com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), devido à obsessão por defeitos corporais. Fatores como baixa autoestima, infância marcada por críticas e rejeição, e alterações nos neurotransmissores serotonina e dopamina são apontados como possíveis causas. Além disso, a pressão social e a padronização estética imposta pela mídia agravam a condição.

O diagnóstico pode ser desafiador, pois os sintomas muitas vezes são confundidos com vaidade excessiva. O uso exagerado de maquiagem, dietas extremas, compulsão por exercícios e cirurgias plásticas são sinais comuns do transtorno.

Tratamento

O tratamento envolve psicoterapia, frequentemente associada a medicamentos para tratar sintomas depressivos e obsessivos. Abordagens complementares, como homeopatia, florais de Bach e terapias ocupacionais, podem auxiliar. O envolvimento em atividades voluntárias também tem demonstrado bons resultados na melhora da autoestima e no bem-estar emocional dos pacientes.

Uma abordagem multidisciplinar bem conduzida pode proporcionar melhor qualidade de vida aos portadores desse sofrimento psíquico.

 

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta / Clínico, Palestrante e Escritor

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ENDORFINAS E ENCEFALINAS – VERDADEIRAS BENÇÃOS PRODUZIDAS PELO NOSSO CORPO

 

ENDORFINAS E ENCEFALINAS – VERDADEIRAS BENÇÃOS PRODUZIDAS PELO NOSSO CORPO

Por Fernando Vieira Filho¹

As endorfinas e encefalinas são peptídeos neuroquímicos classificados como opioides endógenos, ou seja, substâncias naturalmente sintetizadas pelo sistema nervoso central e pelas glândulas endócrinas, especialmente pela glândula hipófise ou pituitária. Elas possuem propriedades farmacológicas semelhantes às da morfina, mas sem os efeitos colaterais adversos ou risco de dependência. Essas moléculas atuam como neuromoduladores e neurotransmissores, ligando-se a receptores opioides no cérebro e na medula espinhal, desempenhando um papel crucial na analgesia natural, na regulação do humor e na promoção do bem-estar.

Pesquisas indicam que esses neurotransmissores influenciam diretamente nossa capacidade de adaptação a novas experiências e comportamentos, além de estarem associados a diversos benefícios fisiológicos e emocionais, tais como:

1. Redução do estresse e promoção do bem-estar

A liberação de endorfinas contribui para a redução dos níveis de cortisol, hormônio diretamente ligado ao estresse. Isso resulta em uma sensação de relaxamento e prazer, ajudando a diminuir os efeitos do estresse crônico, um fator de risco para doenças cardiovasculares e transtornos mentais (depressão, ansiedade e pânico).

2. Controle da ansiedade e melhora do humor

As endorfinas desempenham um papel importante no equilíbrio emocional, aumentando a sensação de felicidade e ajudando no controle da ansiedade. Estudos sugerem que baixos níveis desses neurotransmissores podem estar associados ao desenvolvimento da depressão, evidenciando sua relevância na saúde mental.

3. Aumento da autoestima e autoconfiança

A sensação de bem-estar proporcionada pelas endorfinas também impacta positivamente a autoestima e a autoconfiança. Indivíduos que experimentam maiores níveis dessas substâncias frequentemente relatam maior satisfação pessoal e percepção positiva de si mesmos (autoestima).

4. Melhoria da memória, do foco e da atenção

Estudos indicam que a liberação de endorfinas melhora a comunicação entre as células cerebrais, favorecendo processos cognitivos como memória, aprendizado e capacidade de concentração. Dessa forma, indivíduos com níveis adequados dessas substâncias podem apresentar maior eficiência em tarefas que exigem atenção e raciocínio.

 

5. Fortalecimento do sistema imunológico

A relação entre endorfinas e imunidade tem sido amplamente estudada. O estresse crônico leva ao aumento da produção de cortisol, que pode suprimir a resposta imunológica. A liberação de endorfinas ajuda a melhorar essa resposta, reduzindo a vulnerabilidade a infecções e doenças inflamatórias.

6. Aumento da libido e do desejo sexual

A endorfina também está envolvida na regulação da libido, influenciando positivamente a produção de hormônios como a ocitocina, conhecida como "hormônio do amor". Isso favorece o desejo sexual e fortalece vínculos emocionais em relações afetivas amorosas.

Como estimular a liberação de endorfinas?

A prática regular de atividades físicas é um dos métodos mais eficazes para estimular a produção de endorfinas. Exercícios aeróbicos, como caminhada e ciclismo, bem como atividades como ioga e meditação, têm sido associados a aumentos significativos desses neurotransmissores. Além disso, interações sociais prazerosas, risadas, prática de relações sexuais amorosas e responsáveis, assim como, uma alimentação equilibrada também contribuem para a sua liberação.

A ciência continua a explorar os mecanismos de ação das endorfinas e encefalinas, reafirmando sua importância na regulação do nosso bem-estar físico e emocional. Portanto, investir em hábitos saudáveis que promovam sua liberação é um caminho eficaz para melhorar a qualidade de vida e a longevidade.

 

 ¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta / Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

·         CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora, 2012.

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Chantagem Emocional: Saiba Como Lidar com Esse "Crime" Invisível

Chantagem Emocional: Saiba Como Lidar com Esse "Crime" Invisível

Por Fernando Vieira Filho¹

A chantagem emocional é um dos comportamentos mais cruéis nos relacionamentos afetivos — um verdadeiro crime que, embora invisível, ainda não recebe punição legal. Seus efeitos são profundos e silenciosos. Trata-se de uma forma de manipulação mesquinha e devastadora, na qual uma pessoa ameaça punir a outra, de maneira direta ou sutil, caso suas exigências não sejam atendidas.

Estudos indicam que pessoas com baixa autoestima e dificuldade em dizer “não” — os chamados "bonzinhos" — são mais vulneráveis a esse tipo de manipulação. Quem busca constantemente aprovação externa e tem dificuldade em estabelecer limites torna-se ainda mais suscetível. Na tentativa de evitar conflitos e manter a harmonia, essas pessoas acabam cedendo, muitas vezes em detrimento de suas próprias necessidades emocionais.

Os chantagistas emocionais são hábeis em explorar as fraquezas de suas vítimas. Segundo a teoria da manipulação emocional de George K. Simon (2010), esses manipuladores identificam os pontos sensíveis do outro e os utilizam para gerar insegurança e medo. Exemplos comuns incluem o parceiro que ameaça suicídio caso o relacionamento termine ou a adolescente que, ao ser contrariada, acusa os pais de não a valorizarem. Essas situações despertam culpa na vítima, que, para evitar o sofrimento alheio, acaba cedendo.

A chantagem emocional pode se tornar um ciclo vicioso. Após ceder, a vítima sente um alívio temporário, mas, com o tempo, a manipulação retorna de forma mais intensa, estabelecendo um padrão de relacionamento tóxico.

Em muitas famílias, os pais — especialmente as mães — podem, de forma inconsciente, recorrer à chantagem emocional para evitar o "abandono" dos filhos, principalmente quando estes começam a buscar independência. A psicanalista e médica alemã Karen Horney (1885-1952) discutiu como certos estilos de apego podem levar à dependência emocional excessiva, fazendo com que os filhos se sintam pressionados a não seguir seus próprios caminhos por medo de magoar os pais.

Vale lembrar que a chantagem emocional sempre envolve pelo menos duas pessoas: o manipulador e a vítima. Para romper esse ciclo, é essencial fortalecer a autoestima e desenvolver habilidades emocionais, como aprender a dizer "não" sem culpa e resistir à manipulação. A psicoterapia, quando bem conduzida, é uma ferramenta poderosa para ajudar as pessoas a reverter padrões de pensamento negativos e comportamentos de submissão, promovendo autoconfiança e equilíbrio emocional.

Por fim, quando alguém fortalece sua autoconfiança e aprende a se posicionar de maneira assertiva — dizendo "sim" quando realmente quer e "não" quando necessário — reduz significativamente as chances de ser manipulado e, muitas vezes, consegue até ajudar outros a reconhecer e romper com os ciclos da chantagem emocional.

Lembre-se: quando você decide mudar e crescer, tudo ao seu redor muda também!

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta / Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

  • CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora, 2012.
  • DIETA DOS SÍMBOLOS – Coautor, 6ª Ed. - Melhoramentos, 2004.
  • PSICOFÁRMACOS - Uso, Aplicações, Drogas Deletérias e Interações Medicamentosas 
  • PSICOPATOLOGIA - Uma Abordagem Simples e Objetiva, Incluindo Psicopatologias Infantis 
  • DEPRESSÃO – A Dor Silenciosa
  • SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach - 2013
  • BEBIDA NÃO É BRINCADEIRA - O Alcoolismo - 2013
  • VIVA LEVE - Programa Alimentar das FORMAS GEOMÉTRICAS - 2004

Contato:

 


VAMPIROS DO COTIDIANO: UMA ABORDAGEM CIENTÍFICA

 

VAMPIROS DO COTIDIANO: UMA ABORDAGEM CIENTÍFICA

Por Fernando Vieira Filho¹

Você já percebeu que existem certas pessoas em seu convívio que parecem sugar todas as suas energias? Elas se aproximam cheias de elogios e bajulações, conquistam sua confiança e, depois, só aparecem para reclamar, falar mal dos outros e exigir sua atenção e soluções para os problemas delas. O pior é que deixam o ambiente carregado, afetando sua disposição emocional e física.

Esse fenômeno pode ser explicado cientificamente pelo impacto das interações sociais negativas no sistema nervoso e na saúde mental. Estudos indicam que relações interpessoais tóxicas podem aumentar os níveis de estresse, elevando a produção de cortisol, o hormônio do estresse, e reduzindo a serotonina, essencial para o bem-estar e regulação emocional (Sapolsky, 2004; Kemeny, 2003).

Quando você se sente acuado, sem forças para dizer “não” e vai se desgastando para atender às exigências desses "vampiros energéticos", seu corpo responde com sintomas com fadiga, ansiedade e baixa imunidade (McEwen, 1998). Para se proteger desse assédio e preservar sua saúde mental, algumas estratégias podem ser aplicadas:

  • Seja criterioso na escolha de suas amizades e relacionamentos afetivos. Estudos sobre psicologia social demonstram que relacionamentos tóxicos são precursores de ansiedade e depressão.
  • Cuidado com pessoas que seduzem pela adulação. Manipuladores utilizam estratégias de reforço intermitente para manter as vítimas presas ao ciclo de dependência emocional.
  • Evite o comportamento de querer resolver tudo para todos. Evite a necessidade de resolver tudo para todos. O desejo constante de agradar pode levar ao 'burnout emocional', um estado de exaustão e apatia que afeta os relacionamentos amorosos. Essa característica gera uma sensação de desconexão e superficialidade, podendo resultar em frustração e desilusão.
  • Aprenda a dizer "não" sem culpa. Estudos apontam que limites saudáveis fortalecem a autoestima e reduzem a exaustão emocional.
  • Afaste-se de pessoas que nunca valorizam você. Relações desequilibradas drenam recursos emocionais e cognitivos, prejudicando sua produtividade e felicidade.
  • Imponha-se diante de críticas e reclamações constantes. Pessoas negativas ativam seu sistema de resposta ao estresse, causando impactos prejudiciais à saúde mental.
  • Pratique o autoamor e o autocuidado. Cuidar-se não é egoísmo, mas uma necessidade para manter a saúde física e emocional.
  • Mude sua postura em relação a essas interações. Não é possível mudar a natureza dos outros, mas você pode modificar sua maneira de reagir.
  • Proteja-se espiritualmente e energeticamente. Estudos sobre meditação e oração mostram que essas práticas ajudam a reduzir o estresse e fortalecem a resiliência emocional. Além disso, o aprimoramento espiritual, por meio da reforma íntima e da prática constante do bem, também contribui para esse equilíbrio. Engajar-se em trabalhos voluntários, seja em comunidades religiosas ou em iniciativas inovadoras ao bem-estar social e à espiritualidade, é uma forma poderosa de nutrir essa proteção.

Ao adotar essas práticas, você melhora sua qualidade de vida, fortalece sua saúde mental e estabelece limites saudáveis para preservar sua energia vital. Proteja-se e escolha relações que agreguem positivamente ao seu bem-estar.

Referências:

  • Kemeny, M. E. (2003). The psychobiology of stress. Current Directions in Psychological Science.
  • McEwen, B. S. (1998). Protective and damaging effects of stress. New England Journal of medicine.
  • Sapolsky, R. M. (2004). Why Zebras Don’t Get Ulcers.

¹Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta / Clínico, Palestrante e Escritor

Autor:

  • CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora, 2012.
  • DIETA DOS SÍMBOLOS – Coautor, 6ª Ed. - Melhoramentos, 2004.
  • PSICOFÁRMACOS - Uso, Aplicações, Drogas Deletérias e Interações Medicamentosas 
  • PSICOPATOLOGIA - Uma Abordagem Simples e Objetiva, Incluindo Psicopatologias Infantis 
  • DEPRESSÃO – A Dor Silenciosa
  • SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach - 2013
  • BEBIDA NÃO É BRINCADEIRA - O Alcoolismo - 2013
  • VIVA LEVE - Programa Alimentar das FORMAS GEOMÉTRICAS - 2004

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