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TERAPIA DO COCÔ: PERDOAR COM LEVEZA E BOM HUMOR

Matéria extraída do site Notícias e Receitas

Segundo o psicoterapeuta clínico Fernando Vieira Filho, o perdão não é um bem feito para aquele que machucou ou destruiu algum tipo de confiança. Ele, na verdade, serve para a pessoa que guarda sentimentos como mágoa e ódio.
Para acabar com esses sentimentos que são nocivos apenas para quem os nutre, o psicólogo apresenta em seu livro “Cure suas mágoas e seja feliz” a terapia do cocô.
Embora pareça brincadeira, a técnica consiste em eliminar todos os sentimentos ruins juntos com as fezes. Como deixar a mágoa e o ódio de lado “Ressentimentos, ódio e culpa são lixos emocionais que carregamos na mente, seja consciente ou inconscientemente. A partir do momento em que nos tornamos conscientes da existência deles, devemos eliminá-los assim como fazemos com as fezes, que também são lixos eliminados pelo organismo.
Ao tirar tudo o que não tem utilidade, o organismo fica mais leve”, explica o especialista. Mas não basta apenas imaginar a eliminação desses sentimentos. Existe uma técnica específica. “Quando evacuar, antes de dar descarga, imagine que aquela pessoa que o machucou e irritou, e fez com o que seu ódio subisse, está, simbolicamente, “grudada” nas fezes.
Nessa hora, olhe para elas e dê um adeus com uma sonora descarga, imaginando a sua raiva, seu ódio e as chateações indo embora com aquilo. Nesse momento você pode dar nome ao cocô, chamando-o de fulano ou fulana, e diga para irem ao local a eles destinado: o “esgoto”, orienta Fernando.

Segundo o psicoterapeuta, a técnica funciona porque o ódio nada mais é do que dejeto do amor. “Tudo isso é uma simbologia que não deixa de ser realidade, ninguém guarda o cocô, a gente dá descarga e ele vai embora, significa que nós não podemos carregar o ódio, e a descarga simboliza o descarregar das nossas emoções”, finaliza.

Fernando Vieira Filho é Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.

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Odiodependência: Vício em Ódio



Por Fernando Vieira Filho (1)
O homem, de forma geral, combate à droga por ser nociva à saúde física e mental. Pois bem: vou colocar o ódio no mesmo patamar de uma droga potencialmente nociva e destruidora.
Assim como a droga, o ódio também vicia, causa a dependência psicológica que é caracterizada por um estado mental da necessidade de ressentir sensações de decepção.
     
A “overdose” de ódio também pode matar a si mesmo (depressão, suicídio, câncer, infecções, doenças autoimunes, acidentes automobilísticos, paradas cardíacas e respiratórias, etc.) e aos outros (assassinatos, latrocínios, etc.).        A compulsão para odiar, assim como a compulsão para usar drogas, se caracteriza por um estado de obsessividade e submissão que escraviza a vontade e submete o desejo da pessoa. Em alguns indivíduos, a compulsão para odiar é mais forte que sua vontade de amar, perdoar e até de viver - o ódio é que comanda sua vontade e seu corpo.
Como disse o escritor irlandês Joseph Murphy (1898-1981), “A personalidade odiosa, frustrada, distorcida e deformada está fora de sintonia com o Universo. Inveja os que têm paz, são felizes, generosos e alegres. Geralmente critica, condena e difama aqueles que lhe demonstraram generosidade, bondade e compaixão. Assume a seguinte atitude: ‘Por que ele deve ser tão feliz se eu sou tão desgraçado?’ Deseja atrair a todos para o seu próprio padrão de vida. O seu infortúnio necessita companhia.”
O pensamento do viciado em ódio e suas expectativas giram, principalmente, em torno de uma maneira de odiar mais, de se apegar mais ao objeto de seu ódio e encontrar uma forma de espalhar este sentimento negativo em volta de si mesmo. Assim, atolando-se no “pântano” da autopiedade, o odiodependente corre o risco de entrar num estado agudo de depressão, que poderá levá-lo, consciente ou inconscientemente, a uma forma de autoeliminação – suicídio, acidentes ou doenças. Nesta fase, o ódio já ocupa o lugar central em sua vida e o submete de forma completa. Como disse o escritor norte-americano Hosea Ballou (1771-1852),"Odiar é punir a si mesmo".
Na década de 30, o médico e psicanalista Sigmund Freud (1856-1939) já falava sobre a importância do ódio nos desequilíbrios - tanto mentais quanto físicos - do ser humano.
        
É sempre bom lembrar que a pessoa que muito odeia é porque está com seu amor “ferido”, machucado, pisado. 
E como tratar o odiodependente?
Geralmente, assim como os viciados em drogas, os viciados em ódio não querem ajuda e fazem sofrer as pessoas que com eles convivem.
Condição importante: O odiodependente tem que se predispor ao tratamento, que segue os mesmos padrões de um toxicodependente, isto é, tratamento psicológico com um bom terapeuta que tenha uma visão holística/ sistêmica (visão integral do ser humano), e também com um bom médico psiquiatra para uma cobertura com medicação adequada, em situações que se fizerem necessárias, tais como o caso em que o paciente odiodependente esteja com sintomas de depressão aguda, na iminência de suicídio.
         
É importante deixar claro que, em caso de depressão em fase aguda, a medicação farmacológica é necessária num primeiro momento, pois ela é fundamental para colocar “a casa interna” do paciente em ordem, trazendo, assim, uma estabilização emocional de forma rápida e eficaz. Desta forma, ele poderá dar início, através de um tratamento psicoterapêutico, à conscientização da emoção que o levou a “fazer” a depressão. Pode-se utilizar como tratamentos complementares os Florais de Bach e Homeopatia que, juntos aos medicamentos alopáticos e a terapia, terão uma ação extremamente positiva na recuperação e harmonização emocional do paciente.

Assim a etapa mais importante no tratamento da odiodependência é a conscientização do seu ódio, para que o indivíduo tome a decisão do perdão.
Voltando a Joseph Murphy, “Salientam os médicos que essas pessoas doentes, que foram magoadas, maltratadas, enganadas ou prejudicadas, estão cheias de ódio e ressentimento contra os que as feriram. Isso provoca feridas inflamadas e supuradas em seus subconscientes. Só há um remédio: elas têm que eliminar e descartar-se dos seus ferimentos e o único caminho seguro para isso é o perdão”.
Finalizando, lembre-se do que recomendou Jesus Cristo quando perguntaram a ele sobre quantas vezes devemos perdoar um ofensor: “Eu não vos digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes.” Com isso, imagino que Cristo, como um grande conhecedor da alma humana, quis dizer que devemos perdoar quantas vezes se fizerem necessárias.
Afinal, o perdão que exercemos em relação a nós e aos outros é essencial para a nossa saúde, felicidade e sucesso.
(1)Texto de Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
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DICAS PARA LIDAR COM O COMPLEXO DE INFERIORIDADE

O psicanalista austríaco Alfred Adler dizia que o sentimento de inferioridade  é um estado universal. Sempre que nos comparamos a modelos ideais, nos sentimos inferiores. Nesta entrevista vamos entender este sentimento e ver algumas dicas para trabalhar nossa autoimagem.

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SÍNDROME DO PÂNICO

O transtorno do pânico é definido como crises recorrentes de forte ansiedade ou medo irracional. As crises de pânico são intensas, repentinas e inesperadas que provocam nas pessoas sensação de mal estar físico e mental. Caso queira ler sobre o assunto clique neste link --http://obsessaoepsicopatologias.blogspot.com.br/2016/10/sindrome-do-panico-quando-o-medo-e-dor.html

FIM DOS CASAMENTOS - FOLHA UNIVERSAL


Entrevista concedida ao Jornal Folha Universal – Fim dos Casamentos - Perguntas feitas pela Jornalista Janaina Medeiros em 23 de setembro de 2016 .

Por Fernando Vieira Filho (1)

1 - Hoje em dia muitos famosos estão se separando. O exemplo de Angelina Jolie e Brad Pitt, tidos até então como um casal feliz e perfeito por muitos, chocou grande parte do público. O que podemos ver é que essa separação e outras não apenas afeta o casal, mas muitas pessoas a descrerem no casamento, tomando a separação dos famosos como mais uma "prova" de que casamentos felizes e, principalmente, duradouros já não existem mais. Por que isso acontece?

Fernando Vieira Filho - As pessoas usam esses exemplos de figuras públicas para desacreditarem nas uniões felizes e duradouras como uma forma infantil de projetar suas dúvidas e infelicidades vivenciadas em suas próprias vidas.

2 - Sabemos que na verdade é que não há nada de errado com o casamento como instituição. Mas as pessoas é que estão mudando com relação ao casamento. Por quê?

Fernando Vieira Filho - O relacionamento para ser duradouro precisa de alicerces sólidos, tais como amizade profunda com muita cumplicidade, estilo de vida semelhante entre os parceiros e lealdade. E para "construirmos" estes alicerces precisamos de algo importantíssimo - o tempo - por isso o período de namoro é importante. Na atualidade os períodos de namoro são muito curtos e com foco na "química sexual", sem grandes preocupações com a amizade e o estilo de vida.
Por exemplo: O rapaz é segurança do hospital X, adora futebol e barzinhos com amigos, ela é médica do mesmo hospital X, adora ler, estudar e detesta futebol, mas os dois se sentem atraídos e tem uma ótima química sexual, amizade boa , mas não cumplicidade, e os estilos de vida são praticamente opostos. Casam-se, o primeiro filho chega ... a química diminui e, eu te pergunto: Sobra o quê? Isso mesmo, nada.
Depois de alguns meses, ela pede o divórcio.
A culpa é da instituição do casamento? Claro que não. É das pessoas que já não dão a devida atenção à fase do pré-casamento.

3 - Por que, hoje em dia, os casamentos não duram tanto como antigamente?

Fernando Vieira Filho - Por falta de bases sólidas, como amizade, cumplicidade e estilos de vida, falta de respeito e lealdade, etc.
As pessoas precisam entender que apenas o amor não basta para manter um relacionamento. Os cônjuges precisam desenvolver competências como autoestima, maturidade, desapego, combater expectativas que um joga no outro, entender o funcionamento do homem e da mulher com suas diferentes características etc.

4 - Vimos que atualmente os casais entram num casamento mas não querem ter o trabalho de cuidar dele. Não entendem que o fato de um casal estar anos juntos não é fruto de sorte, mas de um "trabalho" que fazem diariamente para manterem. Como e de que maneira muitas pessoas descuidam de seus casamentos? Descreva alguns exemplos.

Fernando Vieira Filho -
• Baixa tolerância ao contraditório - cônjuges ficam violentos por não terem argumentos numa discussão, por vezes, banal. Querem ter sempre a última palavra.
• Aceitar a manipulação dos filhos que muitas vezes jogam os pais um contra o outro.
• Compartilhar a cama com filhos, o que atrapalha a intimidade e a privacidade tão necessárias ao casal.
• O casal se esquece de manter as lembranças dos motivos que os levaram a se apaixonar.
• Os casais estão expondo demais sua vida privada em redes sociais, o que compromete a privacidade que toda família deveria ter.
• O uso exagerado dos smartphones nos momentos de contato familiar acabam por gerar um sentimento de rejeição no parceiro ou na família em geral.
• Quando os parceiros perdem a capacidade de validação, achando que o que o outro faz não é mais do que obrigação.
• Quando um parceiro coloca expectativa demais no outro, esquecendo-se de aprimorar sua autoestima e autovalorização.

5 - Hoje em dia muitos casais se divorciam por causa de problemas que poderiam ser resolvidos se antes eles tivessem conversado. Um probleminha que surge aqui, outro ali. O casal se desentende mas nada é resolvido. E, de repente, uma crise se instala e então veem o divórcio como a única solução. Por que isso acontece?

Fernando Vieira Filho - As pessoas precisam entender mais sobre o comportamento masculino e feminino. Por exemplo, homens e mulheres agem de forma diversa ante o estresse. O homem, diante de um problema, fica introspectivo, lembrando um comportamento ancestral, onde busca o refugio em sua “caverna mental”, como o caçador que era há milênios; e a mulher, sensível e comunicativa, quer ser ouvida de imediato. Portanto, a mulher precisa entender que discutir relacionamento de madrugada ou tarde da noite é decepção na certa, ela vai pensar que ele não a escuta ou a ama mais e vai ficar falando sozinha.
Assim, é importante aprender a respeito das diferenças e características do homem e da mulher, através de cursos e livros específicos e também da terapia de casais.

6 - Como um casal com problemas deve agir (tanto um cônjuge quanto o outro) para resolverem tais problemas do casal e da família e não pensarem na separação como única solução?

Fernando Vieira Filho - O melhor caminho, a meu ver, é buscar o autoconhecimento e o aprimoramento da autoestima de cada cônjuge através de um trabalho sério de terapia para casais.

7 - A dor e as consequências de um divórcio superam em muito o esforço para mudar e trabalhar no casamento. O que cada um dos cônjuges pode fazer para salvar um casamento que está em crise e que o divórcio já está em mente? Cite alguns exemplos.

Fernando Vieira Filho - Como na resposta acima, é fundamental buscar um apoio profissional adequado.

8 - O que os casais novos devem fazer (e os maduros) também para terem um casamento duradouro.

Fernando Vieira Filho -
• É importante, em primeiro lugar, o sentimento de amizade e cumplicidade entre os cônjuges.
• Devem, também, buscar um mesmo estilo de vida, para compartilharem entre si.
• Os cônjuges devem buscar desenvolver a espiritualidade através de uma religião que venha de encontro aos seus anseios. A religiosidade é fundamental nos momentos de crise.
• Com muita sinceridade e verdade consigo mesmos, devem procurar cursos que os levem a trabalhar os sentimentos negativos que trazem ao longo de suas vidas, e que os ensinem a entender as características tão peculiares de cada sexo. É importante frisar que só o conhecimento dissipa a escuridão da ignorância.

(1) Fernando Vieira Filho é Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor.
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