SAIBA COMO FUNCIONA UM PSICOPATA

Numa tarde morna e tranquila, desfrutando de um feriado ao lado de amigos, no terraço de um prédio na Avenida Paulista, observei, lá de cima, uma passeata contra a corrupção e, tendo em vista que, a meu ver, a corrupção nos meios políticos é um comportamento antissocial, resolvi escrever este texto sobre esse transtorno que afeta, de forma direta ou indireta, todo ser humano em nosso Planeta. Principalmente em nosso Brasil.
O CID.10 (Classificação Internacional de Doenças, da OMS) considera a Personalidade Antissocial como sinônimo de Transtorno Amoral da Personalidade, Transtorno Associal da Personalidade, Personalidade Psicopática ou Sociopatia.
Como perceber esse transtorno em uma pessoa, observando que ele pode se manifestar desde a infância:
- Atitude aberta de desrespeito por normas, regras e obrigações sociais de forma persistente.
- Estabelece relacionamentos com facilidade, é envolvente, fala daquilo que seu interlocutor “quer ouvir”, principalmente quando é do seu interesse.
- Baixa tolerância à frustração e facilmente explode em atitudes agressivas e violentas, principalmente quando é surpreendido ou descoberto em pequenos ou grandes delitos.
- Incapacidade de assumir culpa ou se responsabilizar pelo que fez de errado, ou de aprender com as punições.
- Tendência a culpar os outros ou defender-se com raciocínios lógicos - geralmente, tem uma inteligência acima da média -, porém, improváveis.
- Possui um egocentrismo exageradamente patológico.
- Emoções superficiais, teatrais, falsas e tremendamente dissimuladas.
- Falta de empatia com outros seres humanos, ausência de sentimentos de remorso e de culpa em relação ao seu comportamento.
- Sente prazer em maltratar animais.
- Uma pessoa geralmente cínica, incapaz de manter uma relação leal e duradoura, manipuladora e incapaz de amar.
- É exageradamente mentirosa, sem constrangimento ou vergonha, subestima a insensatez das mentiras, rouba, abusa, trapaceia, manipula dolosamente seus familiares e parentes, coloca em risco a vida de outras pessoas e, decididamente, nunca é capaz de se corrigir.
Enfim, esse conjunto de características faz com que o sociopata seja incapaz de aprender com a punição ou incapaz de modificar suas atitudes.
Quando o sociopata descobre que seu teatro já está descoberto, ele é capaz de dar a falsa impressão de arrependimento, falseia dizendo que mudará "daqui para frente", mas nunca será capaz de suprimir sua índole maldosa. Não obstante, ele é artista na capacidade de disfarçar, de forma inteligente, suas características de personalidade.
Na vida social, o sociopata costuma ter um charme convincente e simpático para as outras pessoas e, não raramente, tem uma inteligência normal ou acima da média.
Devido ao fato de os sociopatas não demonstrarem sintomas como uma doença mental qualquer, na década de 60 o movimento norte americano chamado anti-psiquiatria recomendou que os sociopatas fossem excluídos das classificações psiquiátricas. Dizia-se, na época, que a alteração do sociopata era de natureza moral e ética e, para problemas éticos, as soluções tinham que ser éticas (cadeia), e não médicas.
A teatralidade e manipulação social dos sociopatas é tão convincente que poucas pessoas, após algum contato duradouro com eles, são capazes de imaginar o seu lado negro, mau e perverso. Esses atributos os sociopatas podem esconder durante toda vida. Vítimas fatais de sociopatas violentos percebem seu verdadeiro lado apenas alguns momentos antes de sua morte.
Como a psiquiatria e psicologia não têm uma avaliação unicamente binária da situação, como o ortopedista que considera um braço quebrado ou não quebrado, a sociopatia tem várias gradações, desde os socialmente perniciosos, passando pelas personalidades odiosas, até criminosos brutais do tipo “Maníaco do Parque".
Normalmente, os sociopatas não têm o tipo mais comum de comportamento agressivo explícito das pessoas comuns. Eles costumam dissimular perfeitamente a intenção agressiva e violenta, atendo-se à intimidade doméstica ou agindo sorrateiramente. Trata-se, de fato, de uma agressão predatória, fria e bem planejada, intencional e pouco emocional.
Muitas personalidades conhecidas no campo da política, da polícia, das finanças e do mundo corporativo podem portar o caráter sociopático. Felizmente, apenas uma pequena parte dos sociopatas se transforma em criminosos violentos, estupradores e assassinos seriais.
Parece haver um amplo consenso entre os profissionais da saúde mental que a sociopatia é intratável.
Vejamos o que diz a Ana Beatriz Barbosa Silva em seu livro Mentes Perigosas: O psicopata mora ao lado - “Sem conteúdo emocional em seus pensamentos e em suas ações, os psicopatas são incapazes de considerar os sentimentos do outro em suas relações e de se arrepender por seus atos imorais ou antiéticos. Dessa forma, não aprendem por meio de experiência e por isso são intratáveis do ponto de vista da ressocialização”.
A escala de valores do sociopata é tão precária (ou inexistente) que ele próprio se considera predador social e, geralmente, sente expressivo orgulho disto.
Todos os dias, nas novelas, vemos personagens sociopatas; assim como podemos encontrá-los atuando através de ações corruptas e antiéticas nos noticiários de TV, jornais e revistas. O mais lamentável disso tudo é que as mídias, de forma geral, costumam dar notoriedade justamente para esses predadores, através das capas das revistas, das manchetes dos jornais e da repetitiva exposição televisiva.
Portanto, caro leitor, é fundamental se proteger desses "lobos" travestidos de "ovelhas". Como? A melhor maneira é saber dizer "não!", de forma assertiva e sem culpa. Eles detestam escutar um não, e, nessa hora, costumam se colocar na posição de vítimas. Dessa forma, esteja atento: Cuide-se e dedique a essas pessoas suas preces. Como ensinou o pastor e escritor norte americano Dr. Norman Vincent Peale, quando você se deparar com qualquer pessoa complicada e difícil, imagine a figura de Jesus Cristo ao lado dessa pessoa e procure vibrar com sentimento de compaixão.
Quanto ao psicopata consciente de seu drama existencial, sugiro que procure um profissional de saúde mental habilitado, para auxiliá-lo com medicamentos e psicoterapia adequada. Junto a isso, é fundamental que cultive religiosidade, seja em que religião for lembrando que a mudança é um evento pessoal e intransferível.
(1) Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
É autor dos E-Books: 
PSICOFÁRMACOS - Uso e aplicações de forma simples e eficaz. PSICOPATOLOGIA - Apresentada de forma simples e objetiva - Incluindo psicopatologias infantis. SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach (Portuguese Edition) – Amazon – 2013. E-book.
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COMO LIDAR COM A CHANTAGEM EMOCIONAL - MANIPULAÇÃO



Uma das atitudes que mais perturbam os relacionamentos é a chantagem emocional – esta poderosa arma de manipulação com a qual as pessoas mais próximas de você ameaçam, direta ou indiretamente, puni-la se você não fizer o que elas querem ou afirmam que é o certo.
Por Fernando Vieira Filho

MILITANTES DE ESQUERDA

Com todo respeito aos pacientes esquizofrênicos, mas os simpatizantes e militantes do PT e partidos afins estão agindo como esquizofrênicos com delírios persecutórios. Dizem a si mesmos e aos que os cercam que são uma “resistência” à perseguição política, religiosa, à imprensa, aos direitos civis, etc. e tal, perseguição esta que, absolutamente, não existe em nosso país. Espalham aos quatro ventos o medo que os consome, disseminando pânico àqueles em que o bom senso passou longe...
O presidente eleito Bolsonaro nem assumiu seu cargo e esta turma já “sofre” por antecipação, como se o futuro imaginado fosse o aqui e agora. Medo podem sentir aqueles que devem na Justiça, ligados à corrupção que quase varreu a dignidade de nosso país.
Gente, vamos viver o presente e tocar a vida, mas se um dia as “tais perseguições" ocorrerem, contem comigo também na "resistência".
Texto de Fernando Vieira Filho
Psicoterapeuta Clínico, escritor e palestrante.
www.harmoniacomflorais.com

QUANDO OS FILHOS ERRAM



É muito comum entre os pais a preocupação excessiva em relação aos caminhos que seus filhos vão tomar na vida. Afinal, o que você – pai ou mãe – deve fazer quando sente que as decisões de seu filho são erradas ou arriscadas: deixar que aja como bem entende e arque … Continuar a ler QUANDO OS FILHOS ERRAM (artigo de Eliana Barbosa)→
 http://elianabarbosa.com.br/?s=quando+os+filhos+erram


Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta Clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
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ACABARAM AS ELEIÇÕES É HORA DE "CATAR OS CACOS".



=========== ACABARAM AS ELEIÇÕES ===========


É hora de tocar a vida, “catar os cacos” e curar as mágoas e ressentimentos que ficaram e poderão nos afetar de forma negativa.                                                                                                               
A pior consequência do “guardar mágoas” e não perdoar é a de fazermos doenças mentais e físicas.
A ciência psicossomática, com a qual eu trabalho, prova isso de maneira categórica. É por isso que, hoje em dia, algumas linhas da medicina já dizem: “O paciente fez um câncer”, “a paciente fez uma fibromialgia”, “fez uma depressão”, etc.                                           
Assim, o exercício do perdão é terapêutico.
O perdão é uma excelente ferramenta auxiliar, de prevenção e tratamento à grande maioria das doenças conhecidas.
Mas devemos lembrar, quando a doença física ou mental já está “feita” e estabelecida em nosso corpo físico e mental, o tratamento médico ou psicoterapêutico é necessário. Neste momento, o exercício do perdão interage, de forma muito positiva, potencializando o tratamento de saúde convencional.

* FernandoVieira Filho                                                                                          Psicoterapeuta Clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
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DEPRESSÃO E OS ACIDENTES AUTOMOBILÍSTICOS

A depressão pode provocar acidentes nas rodovias? Depressão e distração, qual a relação? Tratar a depressão pode evitar acidentes?

PALESTRA - O CASAMENTO E SEUS DESAFIOS - FERNANDO VIEIRA FILHO


Nesta palestra, Fernando Vieira Filho (1) fala sobre os desafios de uma vida a dois e dá dicas para um casamento duradouro. Se você precisa casar para ser preenchido ou amado, não está preparado para o casamento. A mesma coisa que o faz necessitar do casamento se tornará o problema na vida conjugal.

COMPORTAMENTOS AUTODESTRUTIVOS

Há pessoas que recorrem a comportamentos autodestrutivos no uso de drogas, bebidas, jogos, relacionamentos nocivos (amizades tóxicas), trabalho exagerado e até mesmo a fé, de forma desequilibrada e/ou exagerada. Ocorre que não basta eliminar apenas essas válvulas de escape. Por elas serem consequências de dores emocionais e morais como: culpas, ódios, ciúmes, inveja, decepções etc.

COMO COMPRAR NOSSOS LIVROS



Para comprar nossos livros entre em contato pelo fone: (34)
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Enviamos para todo Brasil via correio (preço da taxa do
correio em torno de R$ 10,00).
Preço dos livros: R$30,00.
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ARSENAL CONTRA O ALCOOLISMO - SÓ NÃO TRATA QUEM NÃO QUER

Por Fernando Vieira Filho (1)
Mães e esposas aflitas muitas vezes me procuram solicitando apoio profissional para seus filhos e maridos alcoólatras, e grande parte vem ao meu consultório desacompanhada do familiar doente. Pergunto o porquê da ausência do marido ou filho em questão. Elas respondem que eles não estão interessados ou não quiseram vir. Então, digo a elas que não posso fazer nada por eles, pois para tratar o alcoolismo é preciso que o próprio doente se comprometa e queira sair do “pântano sedutor” da autopiedade, da autocomiseração. É necessário que ele aceite iniciar uma luta para o resto de sua vida, que se responsabilize 100% por seu próprio destino. O que faço com essas mães e esposas é ensiná-las a lidar com o doente, orientando-as no sentido de estimulá-lo, de forma bem sutil, na decisão de buscar seu próprio tratamento.
Em minha vivência profissional percebo que a maioria dos alcoóis-dependentes não quer deixar o vício, pois estão “viciados” nos ganhos secundários que advêm da doença, como atenção e cuidados de parentes e amigos. Por exemplo, quando uma mãe ou esposa se refere ao filho ou marido alcoólatra dizendo: “Meu filho é muito bonzinho, coitado, sofreu muita decepção na vida”; “Meu filho, ‘tadinho’, não deixo faltar nada para ele, dou comida, lavo as roupas e se for preciso dou até banho. Eu o trato com carinho; “Meu marido bebe todo dia, mas é trabalhador, é bonzinho com a família, o coitado sofreu muito e não sabe falar ‘não’ para os amigos”; e por aí vai, eu afirmo o seguinte: enquanto as mães e esposas e, também, os amigos continuarem a “passar a mão na cabeça” do dependente alcoólico, ele dificilmente tomará a decisão de sair desta “zona de conforto. ” É sempre bom lembrar que o amor tem que ser exigente.
Infelizmente, até hoje, é expressivo o número de pessoas que desconhecem a existência de medicamentos seguros e eficientes e, bem antigos, que são de grande valor no tratamento do alcoolismo. Então, vamos falar de dois deles:
O clordiazepóxido, que no Brasil é conhecido como Psicosedin, foi o primeiro benzodiazepínico (ansiolítico) sintetizado no mundo, em 1957, e, três anos depois, começou a ser comercializado nos Estados Unidos e Europa com o nome comercial Librium. Com o tempo se revelou uma medicação de primeira linha para interromper o uso da bebida alcoólica. No caso do alcoólatra, sabemos que não se deve interromper, de supetão, o uso contínuo de álcool, assim o Psicosedin (clordiazepóxido) é uma ótima escolha para a substituição do álcool. A interrupção do álcool sem nenhum suporte de medicamento psicotrópico pode trazer mais problemas do que a continuidade do vício, por causa da síndrome de abstinência. Esta medicação – o Psicosedin - deve ser mantida pelo tempo que for necessário até que se constate o término do período de abstinência alcoólica. A síndrome de abstinência constitui-se no conjunto de sinais e sintomas observado nas pessoas que interrompem o uso de álcool, de uma só vez, após longo e intenso uso. As formas mais leves de síndrome de abstinência se apresentam com tremores, aumento da sudorese, aceleração do pulso, insônia, náuseas e vômitos, ansiedade depois de 6 a 48 horas desde a última bebida, e, na forma mais violenta, o Delirium Tremens.
Em 1920 foi descoberto, o dissulfiram que é comercializado com o nome de Antietanol (Brasil), Antabuse (USA) e Antabus (Europa). É outro medicamento para ser usado no tratamento do alcoolismo, que atua de forma a provocar desagradáveis efeitos colaterais quando na presença de álcool. O dissulfiram, uma substância sem atividade psicotrópica inibe uma das enzimas de metabolização do álcool, provocando acúmulo desse metabólito no organismo e consequentemente forte mal estar mesmo para doses pequenas de álcool. O dissulfiram deve ser usado junto a um apoio psicoterapêutico.
Temos outros medicamentos mais modernos como a naltrexone, conhecida como Revia, e o acamprosato (evita a recaída alcoólica), conhecido como Campral, que podem ser associados aos mais antigos.
Enfim, existe um verdadeiro “arsenal” medicamentoso para ajudar o álcool-dependente na “guerra” que irá empreender contra o vício-doença. O doente vai precisar do apoio da família, do médico psiquiatra (totalmente necessário) e do psicoterapeuta. E a religiosidade deve ser estimulada por amigos e familiares, pois é de grande valia no fortalecimento da fé, bem como é importante frequentar as reuniões dos Alcoólicos Anônimos (A.A. – www. alcoolicosanonimos.org.br)
No meu trabalho psicoterapêutico, depois do comprometimento do doente alcoólico com o seu tratamento, inicio com uma investigação das possíveis causas emocionais, muitas inconscientes, que o levaram a buscar na bebida uma forma de se autopunir. A autopunição - de forma absolutamente inconsciente - é uma consequência do remorso que advém da culpa. Mas o que o levou a sentir culpa? A mágoa (ódio) por si mesmo ou por alguém? Por ter, tempos atrás, julgado, criticado, humilhado algum parente, amigo, um pai ou mãe alcoólatra?
Aos poucos, o doente começa a entender e a se conscientizar das causas que o levaram a se submeter à droga. A partir daí a pessoa adquire o controle sobre si mesma e, então, a oriento na utilização das “ferramentas” e técnicas necessárias para o início de sua luta, que é manter a doença sob seu controle para o resto de sua existência. Como diz o psicólogo Cel. Edson Ferrarini, que trabalha gratuitamente há mais de trinta anos na prevenção, orientação e recuperação de dependentes do álcool, tabagismo e das drogas, na cidade de São Paulo, o vício é um “leão” dentro da pessoa, e, até hoje, não foi descoberta uma forma de matar esse “leão”, portanto, a recuperação consiste em manter o “leão” adormecido por toda a vida. Para entrar em contato com o Centro de Recuperação, acesse http://coroneledsonferrarini.net.br, ou ligue: (11) 5058-0726.
E, finalizando, é bom que se diga que para qualquer tipo de dependência química - e não só o alcoolismo - é fundamental que o dependente queira se tratar, com verdadeiro comprometimento, persistência e disciplina.
(1) Fernando Vieira Filho - Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
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DEPRESSÃO É CAPTADA NA RESSONÂNCIA

Os pacientes diagnosticados com depressão crônica mostraram uma contração definitiva do volume do hipocampo, de até 1,24% conforme estudo de ressonância magnética funcional.
Depressão não é frescura. Precisa ser levado a sério o tratamento e deve ser acompanhado por especialista.
Valorize o seu cérebro! Cuide de sua saúde mental!

DORES MORAIS E OS COMPORTAMENTOS AUTODESTRUTIVOS

Os comportamentos autodestrutivos que muitas pessoas desenvolvem, que são, muitas vezes, uma consequência de dores morais, não resolvidas.

O SENTIMENTO DE CULPA – QUANDO "ESTACIONAMOS" NO PASSADO

O SENTIMENTO DE CULPA – QUANDO "ESTACIONAMOS" NO PASSADO

Por Fernando Vieira Filho (1) 

No começo da Idade Média, as “algemas” da culpa foram metodicamente “plantadas” na mente dos cristãos medievais. Com isso, a religião formal da época construiu um “amplo cárcere” que aprisionou consciências por séculos. Dessa forma a culpa se tornou parte integrante em nossa vida, tornou-se um tormento existencial, cujos reflexos ainda ecoam fortes em nosso inconsciente “coletivo” e pessoal, até os dias atuais. Seus reflexos foram e são “somatizados” na forma da loucura, depressões e outros transtornos mentais, assim como cânceres variados, doenças autoimunes etc. E não sabemos até quando...

Existem sentimentos de culpa sem motivo, por exemplo - a culpa de quem perdeu amigos, parentes e sobreviveu ileso aos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, ou por um acidente que causou a morte de parentes e amigos e, em geral, tem dificuldade para aceitar o fato de estar vivo após o evento trágico. Seria uma espécie de culpa inocente, mas com variantes incontáveis e perigosas, pela possibilidade de autopunições, que os levam a "fazer" doenças e insucessos diversos.

Existem pessoas que se sentem mal por serem mais bonitas, ricas e saudáveis que outras. Há pessoas que tem sentimentos de culpa, chamada "altruística", relacionados a um senso de dever muito amplo - aqueles que nos levam a fazer de tudo, até terminar o trabalho que cabe aos colegas, para evitar prejuízos para maioria.

Embora a culpa seja um sentimento pesado, doído e muitas vezes inútil, ela tem um papel fundamental na vida de relações do ser humano: ela pode ser útil e construtiva, quando gera uma "luta" interior que faz surgir em nós atitudes que beneficiem outras pessoas tais como: ter limites, ser mais gentil, economizar dinheiro, água, comida, gestos de gratidão, generosidade etc. Pensemos nas doações feitas por Andrew Carnegie, Henry Ford, Bill Gates e outros milionários, mas também numa criança que divide o lanche com o coleguinha.

Portanto, temos que trabalhar de uma forma consciente e também metódica o autoperdão. Devemos sempre caminhar na "linha" do bom-senso. Quando você se sentir culpado, seja por qual motivo for, pergunte-se: “Hoje, eu faria o que me causou a culpa, novamente?” Se não, parabéns! Siga em frente! Coloque num envelope sua culpa e, guarde-o nas "gavetas" do passado.

Gostou do assunto assista o vídeo CULPA: "AMARRA" NOSSA VIDA NO PASSADOhttps://youtu.be/1JPv1aLIHJE

(1)Fernando Vieira Filho - Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! 2ª edição - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS - 6ª edição- Melhoramentos - 2004.

PROJEÇÃO PSICOLÓGICA - DICA PARA EVITAR

Como dizia o psiquiatra Carl G. Jung: “O melhor trabalho político, social e espiritual que podemos fazer é parar de projetar nossas sombras nos outros”.
Vou dar um exemplo simples.
Chego numa igreja e implico com o padre e penso: - Este padre é um chato, fala demais, não volto mais nessa igreja.
Neste momento devemos perguntar a nós mesmos: - Será que não sou eu que sou um chato que fala demais?
Assim sempre que notarmos alguma coisa negativa no outro, devemos lembrar que “aquela coisa” é nossa e não do outro.
Embora a projeção psicológica tenha sido bem estudada grandes pensadores como Freud e Jung, há dois mil anos atrás Jesus alertava a humanidade com sua bela máxima: “Por que vedes um argueiro no olho do vosso irmão, vós que não vedes uma trave no vosso olho? ” (Mateus, cap. VII,3,4,5).