"Apagão" e o fiasco da seleção brasileira



O que pode ter causado o descontrole emocional da equipe brasileira?A torcida brasileira pesou sobre os "ombros" da equipe?

Fernando Vieira Filho -Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS - Melhoramentos - 2004. 

Fala sobre o assunto de forma simples e objetiva.

(55 34)  3077-2721  (Uberaba) E-mail: ffvfilho@terra.com.br

Conheça seus blogs e sites:

www.harmoniacomflorais.com/terapia-online.php

www.harmoniacomflorais.com

http://curesuasmagoasesejafeliz.blogspot.com.br/

http://maldealzheimerhoje.blogspot.com.br/

http://obsessaoepsicopatologias.blogspot.com.br/

http://sejaoheroidesuahistoria.blogspot.com.br/

http://www.livroacordandoparaavida.blogspot.com.br/

OBESIDADE, AS EMOÇÕES E OS FLORAIS DE BACH


Por Fernando Vieira Filho (1)

Segundo a psiquiatra e escritora alemã, naturalizada americana, Karen Horney, falecida em 1952, geralmente, as pessoas que apresentam obesidade têm uma carência básica (na primeira infância) de amor de mãe e que, em verdade, a pessoa obesa não quer comida, quer amor, amor de mãe.
Sem dúvida alguma a obesidade é uma das doenças mais comuns até então, no século XXI.
Obesidade, ansiedade e depressão formam um trio  que mais leva as pessoas a consultórios de profissionais de saúde.  O problema da obesidade vai muito além estética; passa principalmente pelas áreas médica e psicológica.
Hoje sabemos que a obesidade não é fruto apenas de distúrbios metabólicos ou de mau funcionamento glandular. A história das pessoas obesas  vai de maus hábitos alimentares, percorre problemas emocionais, transtornos psicológicos, problemas sócio-econômicos (dificuldade financeira e desemprego, por exemplo) até problemas clínicos.
Dela decorrem doenças como diabetes, gota, infarto no miocárdio, problemas na coluna vertebral  e nos ossos por excesso de peso, dificuldades digestivas e outras. O número de portadores de obesidade e dos que sofrem suas consequências tem aumentado muito nesses últimos anos , a ponto de se pensar em campanhas de esclarecimento sobre a doença nos meios de comunicação de massa como a TV, como já ocorre nos Estados Unidos e Europa.

Alguns fatores emocionais que levam as pessoas a comer além do que deveriam são:
1.       Frustração
2.       Ansiedade
3.       Solidão
4.       Angústia
5.       Excesso de preocupação (a pessoa não sabe viver o “aqui e agora”)
6.       Tristeza (pode levar a depressão)
7.       Culpa real ou imaginária
8.       Raiva de si próprio (auto-ódio, que pode caminhar para depressão).

Na tentativa de diminuir ou fugir esses conflitos emocionais as pessoas acabam comendo acima do necessário, com exagero. É certo que não são apenas estas causas. Há também o sedentarismo, que é a falta de exercícios físicos, de caminhadas etc. Os alimentos cada vez mais calóricos que ingerimos. Todas “belezas” que vemos nas prateleiras de supermercados, sanduiches deliciosos, os sorvetes de todos os sabores possíveis, refrigerantes e cervejas, enfim quase tudo que enche nossos olhos e nos dá água na boca, que são uma contínua tentação para nosso paladar e olfato. E tudo isso nos engordam...

Dietas milagrosas, shakes, fitoterápicos, medicamentos que prometem perda rápida de peso sem esforço, todos sabemos que são efemeros. O que realmente é necessário é aliar a prática  de exercícios físicos regulares com uma dieta simples e supervisionada por nutricionista e manter o organismo equilibrado física e emocionalmente.

É neste momento que a Terapia com Florais de Bach atua, e muito bem. Agindo nas emoções o remédio Floral de Bach bem indicado promove o equilíbrio mental e emocional, a pessoa retoma a harmonia, diminuindo assim as frustrações e angústias, os medos, a culpa, a ansiedade, a tristeza e o estresse. Isso reduz a necessidade de compensação alimentar ( comer em excesso). Consequentemente, levando-a ao equilíbrio orgânico, melhorando a digestão, o funcionamento glandular e excreções (intestinos e rins), tornando o metabolismo mais eficaz e harmônico.

Após um organismo bem equilibrado e harmonizado, fica mais fácil a pessoa iniciar e manter hábitos alimentares saudáveis e a resposta do corpo é mais rápida e duradoura. A Terapia com Florais de Bach funciona desta maneira; equilibrando, harmonizando o organismo emocional, mental e físico. 

(1) Fernando Vieira Filho / Psicoterapeuta Clínico / Palestrante/ Especialista em Terapia com Florais de Bach e autor do livro - Cure suas Mágoas e Seja Feliz! - Barany Editora - São Paulo 2012
Coautor do livro – Dieta dos Símbolos 6ª Ed. – Melhoramentos – São Paulo 2004

 (34)  3077-2721  (Uberaba) E-mail: ffvfilho@terra.com.br

Conheça meus blogs e sites:




CARACTERÍSTICA DO TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO


A característica essencial do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)  é o sintoma de obsessões ou compulsões recorrentes, suficientemente graves para causarem acentuado sofrimento à pessoa. A obsessões ou compulsões consomem tempo e interferem significativamente na rotina normal da pessoa, com seu funcionamento ocupacional, atividades sociais ou relacionamentos habituais. Uma pessoa com (TOC) pode ter uma obsessão ou uma compulsão, ou ambos.

Uma obsessão é um pensamento, sentimento, ideia ou sensação intrusivos. Contrastando com um obsessão, que é um evento mental, uma compulsão é um comportamento. Especificamente, uma compulsão é um comportamento consciente, padronizado e recorrente, tal como contar, verificar ou evitar. Um paciente com esse transtorno percebe a irracionalidade da obsessão como ego-distônicas (1). Embora o ato compulsivo possa ser realizado em uma tentativa de reduzir a ansiedade associada com a obsessão, nem sempre é eficaz. Realizar o ato compulsivo pode não afetar a ansiedade, podendo até mesmo aumentá-la.

(1)          São aspectos do pensamento, dos impulsos, atitudes, comportamentos e sentimentos que contrariam e perturbam a própria pessoa. 

(2)          Fernando Vieira Filho / Psicoterapeuta Clínico / Palestrante e autor do livro - Cure suas Mágoas e Seja Feliz! - Barany Editora - São Paulo 2012

 (55 34)  3077-2721  (Uberaba) E-mail: ffvfilho@terra.com.br

 Conheça meus blogs e sites:
http://www.livroacordandoparaavida.blogspot.com.br/

TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO (TOC)


                Por Fernando Vieira Filho (1)

              O Transtorno obsessivo-compulsivo consiste na combinação de obsessões e compulsões. O que são obsessões? São pensamentos recorrentes e insistentes que se caracterizam por serem desagradáveis, repulsivos e contrários à índole da pessoa.
               Por exemplo, uma pessoa dócil tem pensamentos obsessivo de brigas, discussões e de matar alguém; um religioso tem pensamentos pecaminosos, obscenos e de sacrilégios. Os pensamentos obsessivos não são controláveis pelas pessoas. Ter um pensamento insistente apenas pode ser algo desagradável, como uma musiquinha aborrecida ou um problema não resolvido, mas ter obsessões é patológico porque causa significativa perda de tempo, qualidade de vida, queda no rendimento pessoal, queda de autoestima e sofrimento pessoal. Como o doente perde o controle sobre os pensamentos, muitas vezes passa a praticar ações ou atos que, por serem repetitivos, tornam-se verdadeiros rituais. Muitas vezes têm a finalidade de prevenir ou aliviar a tensão causada pelos pensamentos obsessivos.                                                                                                                                                                                          Por exemplo, uma pessoa que toda vez que se lembra do pai acredita, que isso provocará um acidente de carro. E para que isso seja evitado, o doente, realiza certos gestos e até rituais para neutralizar o pensamento incoveniente.
               Assim, as compulsões podem acompanhar às obsessões. As compulsões são gestos, rituais ou ações sempre iguais, repetitivas e incontroláveis. Um paciente com TOC que tente evitar as compulsões acaba submetido a uma tensão insuportável, por isso sempre cede às compulsões. Os doentes nunca perdem o juízo a respeito do que está acontecendo com eles mesmos e percebem o absurdo ou exagero do que está se passando consigo; mas como não sabem o que está acontecendo, temem estar enlouquecendo e, pelo menos no começo tentam esconder seus pensamentos e rituais. No transtorno obsessivo-compulsivo, os dois tipos de sintomas quase sempre estão juntos, mas pode haver a predominância de um sobre o outro. Um doente pode ser mais obsessivo que compulsivo ou vice-versa.

              Sintomas
              O transtorno obsessivo-compulsivo é classificado como um transtorno de ansiedade por causa da forte tensão que sempre surge quando o doente é impedido de realizar seus rituais. Mas a ansiedade não é o ponto de partida desse transtorno como nos demais transtornos dessa classe: o ponto de partida são os pensamentos obsessivos ou os rituais repetitivos. Há formas mais brandas desse distúrbio nas quais a pessoa tem apenas obsessões ou as compulsões são mais discretas, sendo as obsessões pouco significativas.

              Os sintomas obsessivos mais comuns são:

1.            Medo de contaminar-se por germes, sujeiras etc.
2.            Imaginar que tenha ferido ou ofendido outras pessoas.
3.            Imaginar-se perdendo o controle, realizando violentas agressões ou até assassinatos.
4.            Pensamentos sexuais urgentes e que interferem na privacidade da pessoa.
5.            Dúvidas morais e religiosas.
6.            Pensamentos proibidos.

Os sintomas compulsivos mais comuns são:

1.            Lavar-se para se descontaminar .
2.            Repetir determinados gestos .
3.            Verificar se as coisas estão como deveriam, porta trancada, gás desligado etc.
4.            Tocar objetos.
5.            Contar objetos.
6.            Ordenar ou arrumar os objetos de uma determinada maneira.
7.            Rezar demais, em qualquer lugar.

Diagnóstico

Os sintomas obsessivos e compulsivos são exclusivos do transtorno obsessivo-compulsivo, para fazer o diagnóstico. Contudo além dos sintomas são necessários outros critérios. O tempo gasto com os sintomas deve ser de no mínimo uma hora por dia ou quando o tempo for inferior a isso é necessária a existência de marcante aborrecimento ou algum prejuízo pessoal. É preciso que em algum momento o doente reconheça que o que está acontecendo seja excessivo, exagerado, injustificável ou anormal. Isso faz com que a pessoa imagine que está enlouquecendo e tente esconder o que se passa, fica assustado e quando chega ao psicoterapeuta, apresenta essa preocupação. Ao contrário do que se pode pensar a impressão que o paciente tem a respeito de si mesmo é um sinal de bom funcionamento mental, pois ele consegue reconhecer algo de errado em si mesmo. Os sintomas não podem ser dependentes de outro transtorno, por exemplo se a preocupação tem como foco a possibilidade de ter novos ataques de pânico não se pode fazer o diagnóstico de transtorno obsessivo-compulsivo.

Incidência

Esse transtorno apresenta dois picos de incidência. O primeiro na infância e o segundo em torno dos trinta anos de idade. Muitas crianças apresentam esse problema nessa fase e depois não apresentam mais. Outras continuam tendo durante a vida adulta. Os adultos também apresentam oscilações do problema; podem ficar livres dos sintomas e dos remédios, mas também podem precisar de medicamento de uso contínuo. Esse transtorno incide aproximadamente com a mesma freqüência em homens e mulheres, com pequenas diferenças de um para outro. Nas crianças se observa um aparecimento um pouco mais comum nos meninos.

Tratamento

Quando os antidepressivos tricíclicos e os IMAO eram os únicos antidepressivos no mercado, a clomipramina era a escolha de eleição e primeira linha. A característica desse antidepressivo em relação aos demais era sua relativa forte inibição da recaptação da serotonina. Acreditava-se desde então que essa propriedade fosse responsável pelo efeito antiobsessivo. Posteriormente constatou-se que isso era verdade. Hoje com várias medicações do grupo dos inibidores da recaptação da serotonina (IRS), como a sertralina, paroxetina, fluoxetina etc., as alternativas de tratamento são mais amplas e eficazes.
Tem sido preconizado que o tratamento mais adequado é a combinação da medicação farmacoterápica com as terapias cognitivo-comportamentais que combinadas apresentam bons resultados, assim como, a associação da terapia com Florais de Bach e o tratamento com remédios homeopáticos. Enfim, a combinação desses tratamentos é superior ao uso isolado de cada um deles. Juntos formam um conjunto sinérgico muito positivo e eficaz para o paciente.
Recomendo também para que o doente busque uma atividade no campo do voluntariado assistencial, em asilos ou orfanatos. O doente deve buscar uma forma de desenvolver a religiosidade e a espiritualidade. Neste processo de tratamento quando a família se envolve, o controle da doença alcança um notável sucesso.

(1)Fernando Vieira Filho / Psicoterapeuta Clínico / Palestrante
e autor do livro - Cure suas Mágoas e Seja Feliz! - Barany Editora - São Paulo 2012

(55 34)  3077-2721  (Uberaba) E-mail: ffvfilho@terra.com.br

Conheça meus blogs e sites:



Psicoterapeuta responde como agem os antidepressivos

Olá tudo bem?

Muitas pessoas me perguntam sobre a ação dos antidepressivos em nosso corpo. O medicamento causa dependência?  Faz mal? Etc.

Vou explicar de forma simples e objetiva:

O antidepressivo não causa dependência como se pensa; muitas pessoas confundem antidepressivo com ansiolítico, dizendo: “... estou deprimido, o médico me receitou um Diazepan”. Ora, Diazepan é um ansiolítico e é uma faixa preta, este sim, pode levar à dependência e, você não deve, em hipótese alguma, tomá-lo sem indicação médica.

O antidepressivo faz mal? Todo medicamento deve ser ingerido sob uma correta orientação médica. Pode trazer certo desconforto até a adaptação do organismo. Mas temos que deixar bem claro que é a doença que faz mal, traz uma perda de qualidade de vida e pode levar à morte. Portanto, confie em seu médico. Quando ele prescreve um medicamento, ele se torna responsável pelo paciente e, este deve acatar, fielmente, às recomendações do profissional.

Na depressão, ocorrem mudanças físicas no funcionamento do nosso corpo.  Os antidepressivos normalizam este funcionamento, isto é, colocam a “casa interna” do paciente, em ordem, para que, assim, ele possa “enxergar” as mudanças de atitude e comportamento que terá que  fazer em sua vida. Então, juntamente com a medicação, ele poderá buscar o apoio e a orientação com bons profissionais do comportamento humano.
Como nos sabemos, as células nervosas do cérebro, chamadas neurônios, não se “tocam” umas nas outras, estão separadas por um espaço, chamado de sinapse. Para que as mensagens, as sensações sejam transmitidas de um neurônio para outro, elas liberam substâncias químicas, conhecidas como neurotransmissores, que deixam uma célula e cruzam o espaço intercelular para o próximo neurônio, como um bastão numa corrida de revezamento. A mensagem só é transmitida se houver neurotransmissores suficientes na sinapse. Após a liberação, os neurotransmissores se fragmentam em “pedacinhos” ou voltam para os neurônios do cérebro que os havia liberado.

Quando a pessoa está deprimida os níveis desses neurotransmissores são muito baixos – é como se o bastão da corrida de revezamento tivesse caído. A ação dos medicamentos antidepressivos consiste em aumentar a quantidade de neurotransmissores no espaço entre as células nervosas – é como se colocassem o bastão de corrida de volta nas mãos do corredor de revezamento.

A quantidade de neurotransmissores na sinapse pode ser aumentada por vários antidepressivos, com atuações diferenciadas. Vejamos:

1.    Aumentando a produção dos neurotransmissores (Triptofano).
2.    Prevenindo a fragmentação dos neurotransmissores (inibidores de monoaminaoxidase ou IMAOs). Nome comercial do medicamento mais comum: Aurorix 150mg – nome genérico: Moclobemida.
3.    Impedindo que os neurotransmissores na sinapse voltem às células nervosas, que sejam “recaptados” por elas (os tricíclicos, os inibidores de recaptação da serotonina – IRESs).  Os mais conhecidos são: Fluoxetina, Prozac,  Serenata, Paroxetina etc.
Com o passar do tempo, associando-se a medicação com a automudança – emoções equilibradas, capacidade de perdoar os outros e se perdoar, e outras mudanças de atitudes -, o corpo se ajusta e as quantidades de neurotransmissores produzidos naturalmente aumentam e a medicação pode ser descontinuada. Assim, o médico indicará uma diminuição gradual do medicamento (desmame).
E atenção: Jamais interrompa a medicação antidepressiva de “supetão” ou de uma só vez, pois isto provoca o chamado efeito rebote, isto é, os sintomas da depressão podem voltar com violência.
Lembro-me do que dizia o psiquiatra e titular da cadeira de Farmacologia da Faculdade de Medicina da UFTM de Uberaba, Dr. Elias Barbosa (1934-2011): “... esses medicamentos são abençoados”.
Atenciosamente,
Fernando Vieira Filho / Psicoterapeuta/Clínico/Palestrante

PADRE FÁBIO DE MELO FALA SOBRE A DEPRESSÃO





Padre Fábio é um sacerdote católico, escritor, artista, professor universitário e apresentador de TV, pertencente originalmente à Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus. Ficou nacionalmente conhecido por seu trabalho como comunicador: sua obra compõe-se de 6 livros publicados e também de 11 CDs.